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06 abril 2014

Reunião com diretores e professoras coordenadoras de EMEF e EMEFEI

Segunda-feira, dia 31 de março de 2014, ocorreu mais uma reunião com diretores e professoras coordenadoras de EMEF e EMEFEI da rede municipal de Marília. O objetivo do encontro foi dar continuidade as reflexões sobre como ocorrem os processos de leitura e escrita na escola e terminar a apresentação dos conteúdos que estão sendo abordados nos cursos: “Oficinas Pedagógicas” destinado a professores de 1º, 2º e 3ºs anos e "Oficinas de Produção de Texto e Leitura" aos professores de 4º e 5º anos do Ensino Fundamental. A organização de ambos cursos está tendo como base a proposta de trabalho de Josette Jolibert e Élie Bajard.
Arquivo utilizado:
Fotos:

Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o futuro. Participe!


A Secretaria Municipal da Educação de Marília já fez sua adesão!

Eleição dos conselheiros municipais de Educação

No dia primeiro de abril, no auditório da Secretaria Municipal da Educação de Marília, reuniram-se os representantes dos segmentos dos professores, funcionários e pais de alunos das escolas municipais – EMEIs, EMEFEIs e EMEfs da rede municipal de ensino, para proceder à eleição dos representantes da categoria no Conselho Municipal da Educação. 
A assembleia para eleição dos futuros conselheiros municipais da Educação foi conduzida pela atual presidente do Conselho Municipal da Educação, professora Maria Sidinéia Gomes Ragonha, que ressaltou a importância da participação no CME (Conselho Municipal da Educação) como órgão fiscalizador e de controle social, atuando no acompanhamento da implementação de leis e normas educacionais. Frisou que a participação dos membros eleitos no Conselho é um relevante trabalho social. Após, os interessados a concorrer como membros do CME se candidataram e realizou-se o processo de votação. Foram eleitos como representantes dos professores: Giovano Alves Pereira da EMEFEI Chico Xavier (titular), Patrícia Felícissimo Pereira da EMEI Bem Te Vi (titular), Claudineia Mietto Mavioques da EMEI Sítio do Pica Pau Amarelo (suplente) e Lizandra Paula Alpino Hila da EMEF Profª Edméa Braz Rojo Sola (suplente); representantes dos funcionários: Everaldo Batista da Silva da EMEI Chapeuzinho Vermelho (titular), Siwa Mara Lima dos Santos Felisberto da EMEFEI Chico Xavier (suplente), Sandro José Fonseca Manzano da EMEI Walt Disney e Josiane Santana da Silva da EMEF Profª Edméa Braz Rojo Sola como integrantes de cadastro de reserva; representantes dos pais: Vanessa Lilian dos Santos da EMEF Profª Cecília Alves Guelpa (titular), Jorival Aparecido Pedrozo da EMEI Balão Mágico (suplente), João Batista Sassi da EMEFEI Chico Xavier, Ana Lúcia dos Santos Benedito da EMEI Princípe Mikasa e Paulo Marcos Veloso da Edméa Braz Rojo Sola como integrantes de cadastro reserva. 
Foram eleitos, em reuniões realizadas nos dias dezoito e dezenove de março, os representantes dos diretores das escolas municipais no CME: Fábio Borges dos Santos da EMEF Prof. Paulo Freire (titular), Fernanda Fernandes dos Santos Lanza da EMEI Sítio do Pica Pau Amarelo (titular), Renata de Fátima Fazolin Ferres de Souza da EMEI Roda Pião (suplente) e Nádia Maria Julian da EMEF Profª Myrthes Pupo Negreiros (suplente). 
Os representantes de cada segmento atuarão como conselheiros na nova composição do CME. O atual mandato vencerá no final deste mês.

“Oficinas: Leitura e escrita nos anos iniciais do Ensino Fundamental”

Refletindo juntos, mais uma vez, professores de 1º, 2º e 3ºs anos do Ensino Fundamental e professores coordenadores se reuniram, na sede da Secretaria Municipal da Educação de Marília, para participar do segundo encontro da oficina destinada à discussões sobre os processos de leitura e escrita nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O encontro abordou questões relacionadas à descoberta do texto.
Objetivando embasar o professor, para que ele possa desafiar os alunos à leitura e colocar a criança numa verdadeira situação de descoberta de texto, a organização das discussões retomou conceitos e abordagens. Com a finalidade de proporcionar ao aluno tornar-se capaz de “tomar conhecimento de um texto gráfico desconhecido”, partindo da perspectiva do educador francês Élie Bajard, juntos repensamos a responsabilidade da escola em ensinar a criança a compreender o texto.
Como fazer a descoberta do texto

1. A escolha do texto: deve ser instigante, desconhecido, que não tenha sido lido e nem escutado;
2. Exposição: apresentado em um cartaz, data show ou flipchart;
3. O encontro: o texto é revelado aos alunos, de maneira que o primeiro contato seja visual e silencioso - "leitura pelos olhos, e pensamento";
4. Pergunta inicial: Do que trata esse texto?
5. Exploração do texto: perguntas específicas e os alunos justificam suas respostas dentro do texto - "como você sabe? Mostre onde aparece essa palavra no texto" - sublinhar, marcar, circular, comparar, fazer flechas etc.
6. Fechamento: o professor avalia o interesse para fechar com uma síntese resgatando as pistas deixadas.
7. Texto ao vivo: depois de compreender o texto previamente, o prof. pode fazer a transmissão vocal e depois pedir que alguma criança também o faça.
Bajard (2012)

OFICINAS DE PRODUÇÃO DE TEXTO E LEITURA

No primeiro dia do mês de abril, na sede da Secretaria Municipal de Educação, os professores e coordenadores da rede realizaram o segundo encontro de estudos sobre orientação para produção de textos. Os textos narrativos, contos de mistério e de terror, foram os selecionados para o estudo. Essa opção se deu devido a faixa etária que abrange os alunos de 4º e 5º anos e ao interesse destes por textos com as características dos textos escolhidos. Os estudos enfocaram as particularidades que distinguem as narrativas e, aprofundando as análises, as que diferenciam os contos de Fada, Folclórico, Mistério, Terror, Riso, Sabedoria, Cumulativo. As preocupações dos professores em reconhecer as estruturas internas e externas desses textos tiveram como objetivo à orientação adequada para as produções dos alunos. O encontro também buscou discutir como colocar os textos em contextos significativos a fim de incentivar a produção escrita. O grupo discutiu ainda as escolhas pertinentes a esses textos, como: enunciação, pessoa, espaço, tempo e vocabulário que os caracterizam.
Fotos:

Agenda Semanal da SME


2ª Feira
07/04/14
3ª Feira
08/04/14
4ª Feira
09/04/14
5ª Feira
10/04/14
6ª Feira
11/04/14
Formação com o Prof Élie Bajard
Para professores de EMEF (ProCle)
Período da manhã

Curso “Oficinas de análise e Produção de Textos” para professores de EMEF de 4º e 5º anos
Período da manhã

Reunião com professoras coordenadoras de EMEI
Período da manhã
Formação para a equipe pedagógica de EMEI / EMEF
Com o com o Prof Élie Bajard

Reunião com professoras coordenadoras de EMEI (Berçários)
Período da manhã
Reunião da CIPA para a constituição da Comissão Eleitoral para o ano de 2014.
Período da manhã
Formação com o Prof Élie Bajard para diretores e
coordenadoras de EMEF
Período da tarde



Curso “Oficinas de análise e Produção de Textos” para professores de EMEF de 4º e 5º anos
Período da tarde

Curso sobre Autismo para professores de EMEF
Drª Rossana Seabra
Período da Tarde (UNESP)

Entrega de Kits Escolares na EMEI Sementinha
15 horas
Entrega de Kits Escolares na EMEI Roda Pião
15 horas
Curso sobre Autismo para professores de EMEI
Drª Rossana Seabra
Período da Tarde (UNESP)

Formação com o Prof Élie Bajard
Para professores de EMEI (ProCle)
Período da noite

Curso Super dotação / Altas habilidades
Período da noite


Curso sobre Autismo Drª Rossana Seabra
Período da noite

01 abril 2014

Tem clima para aprender?

Relacionar-se bem com os colegas, ser respeitado pelo docente, se sentir integrado e seguro na escola e achar que as aulas são úteis para a vida leva o aluno a ter um bom desempenho
Abandonar a ideia determinista de que a escola apenas reproduz as desigualdades sociais, ou seja, não é capaz de ajudar os alunos em situação de vulnerabilidade a avançar, é o ponto-chave do clima de aprendizagem. Já entender que a forma de professores e estudantes se relacionar mudou nas últimas décadas e saber lidar com essa nova conjuntura faz parte do clima relacional. O autoritarismo dos tempos da ditadura não funciona em um ambiente democrático, e a autoridade docente deixou de ser imposta. Hoje, ela precisa ser legitimada pelos alunos. 
Para que isso ocorra, crianças e jovens precisam ver no professor alguém justo, que não os trata de forma padronizada, mas enxerga suas diferenças e as valoriza. Na escola atual, também não pode haver espaço para que o medo impeça os estudantes de ter uma boa experiência educacional. É hora de levar a sério os casos de bullying e de insultos entre os estudantes - ainda vistos como menos graves pelos professores do que aqueles em que as vítimas são os adultos - para que o clima de segurança se instaure. 
Por fim, substituir as proibições e punições pelo ensino do respeito ajuda os alunos a aproveitar o que a escola tem a oferecer e a usá-la da melhor forma - o que se refere ao clima de pertencimento. "Nas instituições mais participativas, que incentivam o protagonismo dos estudantes, eles se sentem integrados, e não como hóspedes. Com isso, os problemas de convivência são menores do que naquelas com regras muito rígidas", diz José Maria Avilés Martinéz, pesquisador especialista em convivência da Universidade de Valladolid, na Espanha. Fonte