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07 abril 2016

AEE - Atendimento Educacional Especializado

Ocorreu nesta quinta-feira 07/04, reunião com os professores que atuam nas salas de AEE - Atendimento Educacional Especializado. 
Segundo a legislação brasileira, são consideradas pessoas com deficiência aquelas que têm impedimentos físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais de longo prazo que possam afetar sua participação na sociedade em igualdade de condições. O atendimento escolar é obrigatório a todos os estudantes de 4 a 17 anos, inclusive aos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento. Não existe um tipo de deficiência que exclua a criança de ser atendida pela escola em classe regular, sob pena de denúncia aos órgãos da Educação e ao Ministério Público.

Para o atendimento completo, a escola deve oferecer todas as condições a fim de que o aprendizado seja efetivo. A principal ferramenta para isso é o Atendimento Educacional Especializado (AEE), que é considerado uma outra matrícula - recebendo recursos à parte do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) - e acontece no contraturno da classe regular. O AEE deve se articular à proposta pedagógica do ensino comum, utilizando as salas de recursos multifuncionais para organização de materiais que eliminem barreiras. 

Não existe uma frequência ideal ao AEE para todos os alunos. Seguindo a lógica da diversidade, as prefeituras têm utilizado como método planos individuais de atendimento, que consideram as peculiaridades de cada criança para avaliar de qual apoio elas precisam para superar suas barreiras de aprendizagem. Há redes que promovem o AEE com frequência diária; outras trabalham com a média de dois a três turnos por semana. A relação dos professores de AEE com os docentes de classe regular deve ser garantida, pois disso depende o desenvolvimento da linha pedagógica.

As salas de recursos são financiadas pelo MEC, a partir das demandas apresentadas pelas secretarias no Plano de Ações Articuladas (PAR). Na impossibilidade de implantar de imediato salas em todas as escolas do país, os municípios vêm estabelecendo escolas-polo, organizadas geograficamente, que recebem os alunos para o AEE. O ideal é que nem os profissionais nem o atendimento sejam segmentados por deficiência - o que continuaria incentivando a exclusão -, mas essa pode ser uma medida transitória enquanto se estruturam novos recursos. 

Na classe regular também não há regras rígidas sobre tamanho das turmas ou proporção de crianças com deficiência por sala. A ideia é estar o mais próximo possível da representação da comunidade, sem segregação ou favoritismo. "Turmas muito numerosas não são proveitosas para ninguém, contudo o número de alunos não interfere na inclusão", explica Rossana. Ela salienta que o professor deve estar atento para casos em que o aluno precisa sentar próximo à lousa para enxergar melhor, ser ajudado na movimentação (o que pode ser feito pelos colegas) ou estar sempre de frente para o professor, no caso dos deficientes auditivos. Fonte

Inclusão crescente

De 2007 a 2012, matrículas de alunos com deficiência nas classes regulares de escolas públicas do país dobraram. Em alguns estados aumento foi de quase 300%; taxas menores podem indicar inclusão anterior.

Projeto “Baseball e Softball Solidário”

A Associação Cultural e Esportiva Nikkey e a Secretaria Municipal da Educação de Marília firmaram parceria para o desenvolvimento do Projeto “Baseball e Softball Solidário”.
O objetivo do Projeto é oferecer práticas esportivas que estimulem as crianças e oportunizem a convivência social, o aumento da autoestima e a promoção da cidadania, contribuindo para o seu desenvolvimento integral. 
A EMEF Profª Cecília Alves Guelpa, Escola de Educação em Tempo Integral, do Bairro Jânio Quadros, na Zona Norte, foi a contemplada. São 110 alunos participantes do Projeto,crianças dos 2º e 4º anos.
As aulas referentes às duas modalidades esportivas: o Baseball e Softball são ministradas semanalmente, sendo de terça e quarta no NIKKEY, quinta e sexta na própria escola. 
No dia 29 de março, nas dependências do Nikkey, aconteceu o evento firmando a parceria. Estavam presentes o Prefeito Municipal, a Secretária Municipal da Educação e várias autoridades. Por Márcia Vinholo

REUNIÃO DA UNDIME

O Polo Regional da UNDIME de Marília reuniu-se no dia 01 de abril, nas dependências da Secretaria Municipal da Educação. 
Estiveram presentes os Secretários da Educação dos municípios de Pompeia, Marília, Oscar Bressane, Garça, Lupércio, Alvinlândia, Júlio Mesquita e Vera Cruz.
A Profª Fátima Gatti, Secretária Municipal da Educação de Marília, iniciou a reunião saudando a presença de todos. 
Foram abordados os assuntos discutidos no Fórum Estadual da UNDIME, realizado no mês de março em Atibaia, referentes aos Desafios das Políticas Educacionais, capacitação do novo Plano de Ações Articuladas (PAR), Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Qualidade e Financiamento da Educação Básica. Por Márcia Vinholo

06 abril 2016

Curso: "O ensino de ciências por investigação"

Ocorreu na última terça-feira, nas dependências da SME mais um encontro do curso de “O ensino de ciências por investigação” que conta com a participação dos professores da nossa rede de ensino e que tem a Profª Drª Tatiana Schneider Vieira de Moraes do Departamento de Didática da UNESP campus de Marília como formadora.
No primeiro momento, os professores fizeram observações de ovos de borboletas e algumas questões foram levantadas pelos professores e discutidas: Quanto tempo o ovo leva para eclodir? Quais são as condições necessárias para o ovo eclodir? Foi um debate interessante que auxiliará alguns professores que levaram as pupas para iniciar um trabalho de investigação da metamorfose da borboleta com seus estudantes.
Num segundo momento, diversas experiências práticas foram apresentadas pelos professores participantes. O objetivo era a socialização de práticas voltadas para o ensino de ciências em sala de aula. Os temas foram bem diversificados: dinossauro, metamorfose da borboleta, terremoto, sistema esquelético, experiência do barquinho e sombra/luz. Os trabalhos desenvolvidos demonstraram as diversas hipóteses que as crianças levantaram com seus pares e professores, e nessa investigação, sistematizaram conceitos importantes ligados à ciência.
Por fim, os professores foram convidados a se reunirem por ano e de posse da proposta curricular elaboraram uma sequência didática a partir da escolha de um dos conteúdos presentes no documento. Por Joice Ribeiro

02 abril 2016

Olimpíada de Língua Portuguesa

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é um concurso de produção de textos para alunos de escolas públicas de todo o país, do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Iniciativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, com coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em 2016 promove sua 5ª edição.
O tema escolhido é “O lugar onde vivo”, que propicia aos alunos estreitar vínculos com a comunidade e aprofundar o conhecimento sobre a realidade, contribuindo para o desenvolvimento de sua cidadania.
Neste ano, os primeiros 100 mil professores inscritos recebem um DVD com a Coleção da Olimpíada, material que apresenta a sequência didática para o ensino da escrita em quatro gêneros textuais. Participe!

Horário de estudo coletivo

Ocorreu nesta quinta-feira 31/03 mais um encontro de HEC com os professores da EMEF Antonio Moral. Dando continuidade a discussão iniciada no dia 10/03, neste encontro o tema abordado foi o trabalho com a paragrafação.
A discussão foi dividida em dois momentos. No primeiro analisamos as estratégias de paragrafação utilizadas pelas crianças em suas produções de textos, baseados em pesquisas de estudiosos sobre o assunto.
No segundo, procuramos observar qual enfoque os livros didáticos dão ao trabalho com a paragrafação. 
Apresentamos e refletimos sobre as atividades relacionadas a esse tema, além de analisar os comandos das mesmas.
Duas coleções foram objeto de análise e pudemos observar que ambas contemplam atividades interessantes, mas percebemos que uma das duas se preocupou mais com a paragrafação que a outra. Os tipos de comandos também foram objeto de nossa análise.
Apesar da variedade de propostas de atividades que uma das coleções nos oferece, foi possível constatar que falta, nas duas coleções, momentos mais sistematizados sobre a relação gênero textual e paragrafação. 

2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre Autismo

Todo 2 de abril comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, data decretada pela ONU (Organização das Nações Unidas), desde 2008, pedindo mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome "oficial" do autismo), cuja incidência em crianças é mais comum e maior do que a soma dos casos de AIDS, câncer e diabetes juntos. 
No Brasil estima-se que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metade ainda sem diagnóstico. 
O azul foi definido como a cor símbolo do autismo, porque a síndrome é mais comum nos meninos — na proporção de quatro meninos para cada menina. 
O logo brasileiro do "Dia A", adaptado pelo publicitário Martim Fanucchi sobre a arte do logo oficial, assim como o cartaz e o vídeo da campanha estão disponíveis no site RevistaAutismo.com.br/DiaMundial, página oficial do evento no Brasil. Martim é editor de Arte da única revista a respeito dessa síndrome na América Latina, a Revista Autismo, uma publicação gratuita, sem fins lucrativos, feita por pais de autistas, que pode ser acessada integralmente no site citado, sem restrições.