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18 fevereiro 2013

Encontro de Professores do Atendimento Educacional Especializado

O que é o atendimento educacional especializado (AEE)?
"O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).
O ensino oferecido no atendimento educacional especializado é necessariamente diferente do ensino escolar e não pode caracterizar-se como um espaço de reforço escolar ou complementação das atividades escolares. São exemplos práticos de atendimento educacional especializado: o ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e do código BRAILLE, a introdução e formação do aluno na utilização de recursos de tecnologia assistiva, como a comunicação alternativa e os recursos de acessibilidade ao computador, a orientação e mobilidade, a preparação e disponibilização ao aluno de material pedagógico acessível, entre outros. Fonte
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Eu desconfiava
(...)
Todas as guerras do mundo são iguais.
Todas as fomes são iguais.
Todos os amores, iguais iguais iguais.
Iguais todos os rompimentos.
A morte é igualíssima.
Todas as criações da natureza são iguais.
Todas as ações, cruéis, piedosas ou indiferentes, são iguais.
Contudo, o homem não é igual a nenhum outro homem, bicho ou
coisa.
Não é igual a nada.
Todo ser humano é um estranho
ímpar
Carlos Drummond de Andrade
Igual – desigual, in ANDRADE, Carlos Drummond de. A paixão medida. Rio de Janeiro: Record, 2002.
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Encontro dos Professores do Atendimento Educacional Especializado realizado nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro na Secretaria Municipal de Educação.

Desenvolvimento infantil

Os primeiros anos de vida de uma criança são marcados por grandes transformações e descobertas. Aos poucos, os pequenos começam a entender o mundo em que vivem e aprendem a lidar consigo mesmos e com os outros.
As crianças têm uma maneira peculiar de entender o mundo, que vai aos poucos se perdendo, conforme elas têm acesso a novas informações. Entenda como os pequenos criam suas teorias.
Pensamento Infantil - O desenho da criança
O vídeo mostra crianças de 3 a 5 anos que desenham enquanto falam sobre suas produções. O desenvolvimento de desenho infantil é pontuado pela educadora Monique Deheinzelin.

17 fevereiro 2013

Das relações entre a educadora e os educandos

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Considero o testemunho como um “discurso” coerente e permanente da educadora progressista. Tentarei pensar o testemunho como a melhor maneira de chamar a atenção do educando para a validade do que se propõe, para o acerto do que se valora, para a firmeza na luta, na busca da superação das dificuldades. À prática educativa em que inexiste a relação coerente entre o que a educadora diz e o que ela faz é, enquanto prática educativa, um desastre.

Alfabetização e/ou Letramento no 1º ano? Reflexões sobre algumas práticas no Ensino Fundamental de 9 anos

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A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula obrigatória a partir dos seis anos de idade, é uma meta almejada para a política nacional de educação, há muitos anos. Contudo, ainda há muito o que planejar e estudar para que, com esta medida, melhorem as condições de equidade e de qualidade da Educação Básica. 

1. Qual é a fundamentação legal sobre a ampliação do Ensino Fundamental?

Para se apropriar do amparo legal sobre a ampliação do Ensino Fundamental, é interessante uma perspectiva do seguinte histórico do ordenamento político-legal: 
  • Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1996 - Estabelecia 4 anos de Ensino Fundamental.
  • Acordo Punta del Leste e Santiago -  Compromisso de estabelecer seis anos para o Ensino Fundamental até 1970.
  • Lei nº 5.692, de 11 de agosto de 1971 - Obrigatoriedade do Ensino Fundamental de oito anos.
  • Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – admite a matrícula no Ensino Fundamental de nove anos, a iniciar-se aos seis anos de idade. 
  • Lei nº 10. 172, de 9 de janeiro de 2001 - Aprovou o Plano Nacional de Educação/PNE. O Ensino Fundamental de nove anos se tornou meta progressiva da educação nacional 
  • Lei  nº 11. 114, de 16 de maio de 2005 – torna obrigatória a matrícula das crianças de seis anos de idade no Ensino Fundamental.
  • Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006 – amplia o Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula de crianças de seis anos de idade e estabelece prazo de implantação, pelos sistemas, até 2010. 
No Ensino Fundamental de nove anos, o primeiro ano se destina à alfabetização? 
Esse primeiro ano constitui uma possibilidade para qualificar o ensino e a aprendizagem dos conteúdos da alfabetização e do letramento. Mas, não se deve restringir o desenvolvimento das crianças de seis anos de idade exclusivamente à alfabetização. Por isso, é importante que o trabalho pedagógico assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreas do conhecimento. Ressalte-se que a alfabetização não deve ocorrer apenas no segundo ano do Ensino Fundamental, uma vez que o acesso à linguagem escrita é um direito de todas as crianças, que é trabalho precipuamente nos ambientes escolares. Os sistemas e todos os profissionais envolvidos com a educação de crianças devem compreender que a alfabetização de algumas crianças pode requerer mais de 200 dias letivos e que é importante acontecer junto com a aprendizagem de outras áreas de conhecimento. O Ensino Fundamental de nove anos ampliou o tempo dos anos iniciais, de quatro para cinco anos, para dar à criança um período um período mais longo para as aprendizagens próprias desta fase, inclusive da alfabetização.

O conteúdo do primeiro ano do Ensino Fundamental de nove anos é o conteúdo trabalhado no último ano da pré-escola de seis anos? 
Não. A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, não tem como objetivo preparar crianças para o Ensino Fundamental; tem objetivos próprios que devem ser alcançados na perspectiva do desenvolvimento infantil respeitando, cuidando e educando crianças no  tempo singular da primeira infância. No caso do primeiro ano do Ensino Fundamental a criança de seis anos, assim como as demais de sete a dez anos de idade, precisam de uma proposta curricular que atenda suas características, potencialidades e necessidades específicas dessa infância. 

O conteúdo do primeiro ano do Ensino Fundamental de nove anos é o conteúdo trabalhado no primeiro ano/primeira série do Ensino Fundamental de oito anos? 
Não. Pois não se trata de realizar um “arranjo” dos conteúdos da primeira série do Ensino Fundamental de oito anos. Faz-se necessário elaborar uma nova proposta político-pedagógica e curricular coerente com as especificidades não só da criança de seis anos de idade, como também das demais crianças de sete, oito, nove e dez anos de idade que realizam os cinco anos iniciais do Ensino Fundamental, assim como os anos finais dessa etapa de ensino. 
Com o objetivo de subsidiar os sistemas de ensino na elaboração da proposta pedagógica e do currículo para essa nova realidade dos anos iniciais do Ensino Fundamental, o MEC publicou os documentos: 
I. Ensino Fundamental de Nove Anos: Orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Esse material é composto por nove capítulos, a saber: 

  • A infância e sua singularidade; 
  • A infância na escola e na vida: uma relação fundamental; 
  • O brincar como um modo de ser e estar no mundo; 
  • As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola; 
  • As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento; 
  • Letramento e alfabetização: pensando a prática pedagógica; 
  • A organização do trabalho pedagógico: alfabetização e letramento como eixos orientadores; 
  • Avaliação e aprendizagem na escola: a prática pedagógica como eixo da reflexão; 
  • Modalidades organizativas do trabalho pedagógico: uma possibilidade. 

II.  Indagações sobre currículo, documento sobre concepção curricular, em processo de finalização, será composto de textos  sobre: 

  • Currículo e desenvolvimento humano 
  • Educandos e Educadores: seus direitos e o currículo 
  • Currículo, conhecimento e cultura 
  • Diversidade e Currículo 
  • Currículo e avaliação 

Para saber mais: clique aqui


Segundo Magda Soares (1998, p. 107) o letramento consiste de um grande número de diferentes habilidades, competências cognitivas e metacognitivas, aplicadas a um vasto conjunto de materiais de leitura e gêneros de escrita, e refere-se a uma variedade de usos da leitura e da escrita, praticadas em contextos sociais diferentes. A referida autora assegura ainda que,
Letramento é muito mais que simplesmente decifrar códigos, ele é um estado, uma condição: o estado ou condição de quem interage com diferentes portadores de leitura e escrita, com diferentes gêneros e tipos de leitura e de escrita, com as diferentes funções que a leitura e escrita desempenham na nossa vida. Enfim: letramento é o estado ou condição de quem se envolve nas numerosas e variadas práticas sociais de leitura e escrita. 

16 fevereiro 2013

Capacitação para Atendentes de Escola

A Lei Complementar 293 de 23 de outubro de 2001, modifica a Lei Complementar 11 de 17 de dezembro de 1991, alterando a denominação dos cargos e funções de "Merendeira" para "Atendente de Escola". 
A Secretaria Municipal da Educação,  realizou no dia 15 de fevereiro a capacitação para esses profissionais com os temas: manipulação de alimentos, cardápio, desenvolvimento do trabalho, controle de estoque, armazenamento correto dos alimentos, entre outros. Participaram 172 funcionários da Rede Municipal de Ensino, sendo divididos da seguinte forma: no período da manhã 92 atendentes de EMEI e EMEI Creche; no período da tarde participaram 80 atendentes de EMEF, EMEFEI e Berçários. O evento ocorreu na EMEF Edméia Braz Rojo Sola.
Ministraram a capacitação
Hemily Almeida
Hemily Almeida - Supervisora de Vendas Institucionais na MDF - Minerva Dawn Farms
Boas Vindas ao Minerva Dawn Farms
A Minerva Dawn Farms é uma empresa global, com tecnologia e experiência para criar, desenvolver e produzir produtos à base de carnes cozidas, assadas e grelhadas. Fonte


Cláudia Silvana F. Campos - Nutricionista da Cozinha Piloto de Marília - SP

O nutricionista lida com questões relacionadas à alimentação baseado em uma ampla compreensão dos seus determinantes sociais, econômicos e culturais. Atualmente, existem no mundo distúrbios alimentares que vão da desnutrição à obesidade. Esse profissional deve estar preparado para criar situações favoráveis à prevenção e tratamento desses males, incluindo todas as patologias que podem ser decorrentes desses estados, visando sempre à saúde do paciente. Podemos resumir que o objeto de estudo da Nutrição é o alimento; e seu objetivo, a saúde. Fonte
Veja as fotos do evento:

15 fevereiro 2013

Capacitação para os auxiliares de desenvolvimento escolar

De acordo com a Lei 7311 de 16 de setembro de 2011, os auxiliares de desenvolvimento escolar são profissionais destinados a atividades de apoio pedagógico a alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento – TGD e altas habilidades / superdotação das unidades escolares da Rede Municipal de Marília. 
Sob a responsabilidade da Secretaria Municipal da Educação, foi realizado nos dias 14 e 15 de fevereiro a capacitação para esses profissionais com os temas: Segurança no Trabalho e Relações Interpessoais. Participaram 160 funcionários da Rede Municipal de Ensino. O evento ocorreu na sede do Corpo de Bombeiros, cujos temas foram enriquecidos com atividades teóricas e práticas, dando enfoque a otimização do atendimento e cuidados aos alunos de 4 meses a 5 anos de idade. 
Ministraram a capacitação os bombeiros: Subtenente Marcello Mittermayer, o Cabo Marlon Silvio Medola Mansano e o psicólogo Gilson Cardoso.
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Sua escola forma leitores?

Literatura - biblioteca. Foto: Edson Angelo Migliari
Responda às sete questões deste teste e avalie se a prática pedagógica desenvolvida na sua escola está contribuindo para a formação de leitores literários.
Livros sem palavras na Educação Infantil
Na creche e na pré-escola, os educadores devem privilegiar livros com figuras e sem texto e até substituí-los por fantoches para contar histórias porque as crianças ainda não sabem ler.
Esta é uma boa prática para iniciar o contato dos pequenos com o universo literário?
 Sim
 Não
Comportamentos leitores
Ao invés de aplicar uma prova ou um questionário de interpretação de texto, uma professora do 5º ano decidiu trabalhar a leitura que os alunos acabaram de fazer de uma obra literária promovendo um debate sobre o que entenderam, as partes de que mais gostaram, as de que não gostaram e a opinião que construíram sobre o texto e seu autor.
Podemos dizer que essa professora considera os comportamentos leitores como conteúdos de ensino e aprendizagem?
 Sim
 Não
Ler por prazer
Para a coordenadora pedagógica de uma escola de Ensino Fundamental, o mais importante em um trabalho voltado à formação de leitores literários é garantir que a leitura seja sempre uma atividade prazerosa. Por este motivo, ela orienta os professores a não cobrar a leitura obrigatória de obras literárias na escola.
Esta coordenadora está contribuindo para a formação de leitores literários?
 Sim
 Não
Filmes no lugar de livros
Os alunos de uma turma do 7º ano detestam livros. Preferem jogar bola, videogame e ouvir música. Por isso, a professora substitui a leitura dos livros pela exibição de filmes feitos com base em adaptações literárias.
Com essa estratégia ela vai formar leitores?
 Sim
 Não
Empréstimos de livros
Preocupada com a grande quantidade de livros que os alunos perdiam ou estragavam ao levar para casa, a equipe gestora de uma escola pública criou uma campanha educativa para ensinar pais e alunos a preservar o livro da biblioteca como um bem coletivo e estabeleceu que o usuário ficaria impedido de realizar novos empréstimos, enquanto não devolvesse o livro atrasado.
Foi uma boa solução?
 Sim
 Não
Variedade de gêneros
Uma professora da creche começou a ler contos de fadas para seus alunos e percebeu que eles rapidamente se encantaram com esse gênero. Com medo de perder o interesse dos pequenos, ela planejou ler apenas esse tipo de história até o final do ano.
Ela está certa?
 Sim
 Não
Formação do professor leitor
Muitos professores não tiveram acesso a obras literárias em casa nem construíram práticas sociais de leitura (na Educação Básica e nos cursos de graduação universitária). Por isso, essa pessoa que tem pouca familiaridade com a literatura não pode se transformar em um agente disseminador de boas práticas leitoras.
Você concorda?
 Sim
 Não
Você terminou. Este teste não tem intenção de tabular erros e acertos ou traçar um perfil. A ideia é que você reflita sobre as questões colocadas e avalie a postura da sua escola em relação à formação de leitores literários. 
Para fazer o teste e ter acesso aos comentários das respostas: clique aqui

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