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16 outubro 2013

ENCERRAMENTO DA CAMPANHA DO DESARMAMENTO INFANTIL

No dia 11 de outubro de 2013, sexta-feira, ocorreu o encerramento da campanha do desarmamento infantil, com a destruição de mais de 4.000 armas de brinquedo e jogos de violência.
A campanha é uma realização do Rotary Internacional e foi desenvolvida nas EMEFs e EMEFEIs, com a coordenação dos Grêmios Estudantis, contando com apoio da Secretaria Municipal da Educação e da Editora Abril. 
Durante o período de 16 de setembro a 04 de outubro, os alunos foram motivados a trocarem uma arma de brinquedo e ou um jogo de violência por uma revista Recreio. Foram realizadas atividades de conscientização em todas as unidades escolares. 
Participaram do evento o vice- prefeito Sérgio Lopes Sobrinho; a Secretária da Educação Profª Fabiana Rodrigues Cruvinel; o governador do Distrito 4510 do Rotary, Ricardo Bermajo e representantes do Rotary Marília Pioneiro, Marília Leste, Marília de Dirceu, Marília Alto Cafezal, Marília Quatro de Abril, Marília Tradição e Marília Coroados; diretores das escolas municipais e representantes dos Grêmios Estudantis.
Os Grêmios Estudantis receberam um certificado de participação. 
Os vencedores da Campanha foram: 
1º lugar
Categoria “Quantidade de brinquedos e jogos de violência recolhidos”
EMEF PROF. OLÍMPIO CRUZ – 474 recolhimentos
1º lugar
Categoria Proporcionalidade: “o número de alunos atendidos com a quantidade de material recolhido”.
Empate entre as escolas:
EMEF MYRTHES PUPO DE NEGREIROS: 390 alunos e 410 armas e jogos recolhidos (100%)
EMEFEI ROBERTO CAETANO CIMINO: 351 alunos e 356 armas e jogos recolhidos (100%)
As escolas vencedoras, através dos Grêmios Estudantis, receberam um computador doado pelo Rotary Internacional.
Fotos: 

Saeb – Cartilha orienta a avaliação de 8 milhões de estudantes

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançou nesta sexta–feira, 27, em Salvador, a cartilha on-line com instruções para aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) este ano. Serão avaliados mais de 7,9 milhões de estudantes entre 11 e 21 de novembro próximo, em todas as unidades da Federação.
O documento, que será distribuído nas escolas, destaca os objetivos das aferições que compõem o sistema, além de apresentar dados e indicadores para compreensão dos fatores que influenciam o desempenho dos estudantes.
A cartilha foi lançada durante o encontro de alinhamento e capacitação dos coordenadores estaduais da avaliação, que se estende até domingo, 29, na capital baiana. Durante o encontro, que reúne cerca de 200 participantes, são abordados temas como a apresentação do Saeb, histórico e logística de aplicação das provas do sistema. “Estamos avaliando quase oito milhões de estudantes e, a partir dos resultados, poderemos dialogar com as redes na busca pela melhoria constante da qualidade do ensino brasileiro”, destacou o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa.
O Saeb é composto por três avaliações externas em larga escala que aferem itens como qualidade, equidade e eficiência da educação brasileira. A Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Prova Brasil, também conhecida como Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), são realizadas a cada dois anos. Já a recém-criada Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) terá aplicação anual.
Na Aneb, são aplicadas provas de leitura e matemática e questionários a uma amostra de estudantes do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular e do terceiro ano do ensino médio das redes pública e particular.
Da Prova Brasil participam todas as escolas com pelo menos 20 estudantes matriculados em turmas do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular, matriculados em escolas públicas das zonas urbana e rural. Serão aplicadas provas de leitura, de matemática e questionários.
Ainda este ano, serão aplicadas, em caráter experimental, provas de ciências a estudantes do nono ano do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio.
A ANA contará com provas de leitura e escrita e de matemática. Serão avaliados estudantes matriculados no terceiro ano do ensino fundamental em escolas públicas das zonas urbana e rural que estejam organizadas no regime de nove anos. O exame será aplicado em todas as turmas regulares e em uma amostra de turmas multisseriadas.

Prêmio Inovação em Gestão Educacional 2013

As inscrições ao Prêmio Inovação em Gestão Educacional 2013 foram prorrogadas e permanecem abertas até 31 de outubro. Podem concorrer experiências desenvolvidas por órgãos municipais gestores do ensino. Elas devem estar em vigência e implantadas há pelo menos 18 meses, além de já ter apresentado resultados. Os dirigentes municipais podem inscrever até quatro experiências, uma para cada área temática do prêmio:
Gestão pedagógica — relacionada ao planejamento e à organização do sistema educacional do município e das unidades escolares quanto ao gerenciamento de recursos e à elaboração e execução de projetos pedagógicos;
Gestão de pessoas — relacionada ao uso de métodos e técnicas que envolvam a formação e o desenvolvimento dos profissionais, bem como ao incentivo à participação em decisões políticas e técnicas e valorização de mérito;
Planejamento e gestão — relacionada ao uso de métodos e técnicas de gestão pública na educação do município;
Avaliação e resultados educacionais — relacionada ao desenvolvimento e ao uso de instrumentos e de tecnologias de avaliação e de monitoramento dos processos e resultados educacionais do município e seu uso na orientação em tomadas de decisões de gestão e de práticas educativas.
Faça sua inscrição aqui.
Autor: Inep

Semana da Criança na Rede Municipal da cidade de Marília

As escolas municipais de Marília prepararam atividades diferenciadas em homenagem às crianças na semana que se iniciou segunda-feira, (06/10) e se encerrou sexta-feira (11/10). As crianças degustaram um cardápio variado (gelatina, algodão-doce, lanche, sorvete, pipoca, refrigerante, bolo confeitado) durante toda semana.
Cada escola desenvolveu um cronograma próprio. Dentre as atividades programadas as crianças participaram de: gincanas, oficinas de arte com sucatas para confecção de brinquedos, sarau com músicas e danças, show de talentos. O teatro também fez parte das ações programadas. As peças foram encenadas por: Professores e funcionários, alunos, fantoches e contaram com a parceria do Hemocentro na apresentação da peça “Doadores do Futuro”. Foram desenvolvidas, ainda, oficinas de pintura e de artesanato em materiais diversificados. Os alunos participaram de piquenique, sessão de cinema com pipoca; se divertiram em brinquedos infláveis, cama elástica, pula-pula, entre outros. 
Os alunos também participaram de atividades fora da escola, foram a uma sessão de cinema no Cine Esmeralda.
Enfim, foi uma semana repleta de atividades prazerosas, destinadas a alegrar ainda mais todas as crianças que fazem parte da Rede Municipal da cidade de Marília.
Fotos:

15 outubro 2013

Homenagem do Palavra Cantada a todos os professores - 15 de Outubro

O Professor
A tabuada não basta. Como não bastam funções hiperbólicas, variáveis complexas, orações subordinadas. Não bastam Euclides e sua geometria, não bastam as teorias. O professor deve ensinar ao aluno a arte de viver com dignidade, com amor, com liberdade. 

Não basta falar das guerras, das batalhas, das conquistas — tem que ensinar o aluno a conquistar-se primeiro a si próprio. Ensinar-lhe medir distâncias é pouco — necessário vencê-las. Não basta saber o nome dos rios, temos que fluir. Equações algébricas não resolvem tudo, antes é preciso resolver-se. Em vez das mentiras históricas, o professor deve ensinar as verdades, e o melhor modo de encontrá-las. 

Não basta falar de política, o professor tem que ser democrata. Deve olhar nos olhos do aluno e dizer-lhe como a vida é. Aumentar-lhe a coragem de crescer. Ensinar-lhe a lógica das emoções e o amor pelo raciocínio. 

O professor transmite sabedoria, incentiva o bom senso e o bom gosto. Mergulha fundo no oceano de dúvidas que o aluno tem no coração, e traz o tesouro pulsante lá submerso. Educa, orienta, aviva a chama na consciência de cada. Ao polir a pedra bruta consegue intenso brilhante. 

Bom professor é aquele que não exige, não cobra — obtém. Não corrige — mostra o porquê. Não hesita quando avalia, não constrange quando examina. E nunca faz da nota uma espada.

O bom professor não só ensina, compreende. Não levanta a voz, amplifica o verbo, convence. É sério — mas ri da própria seriedade. Fala do êxtase, da alegria e da profunda emoção que explode no seu peito quando ensina, como pétalas no riso de quem ama. 

O professor mostra ao aluno a diferença entre o silogismo e a serpente. Ensina-o a extrair raiz quadrada com poesia. Demonstra como ser ousado sem ser burro. Jamais abusa da confiança do aluno, não lhe invade o espaço, não procura condicioná-lo. Não cria relações de dependência, nem exerce dominação sádica sobre ele. Infunde-lhe o respeito absoluto pela vida. Prefere o aluno criativo ao bem-comportado. Nunca o explora, é só o conquistador de um novo mundo, que leva o aluno a ver mais — mais alto e mais longe. 

Não levanta paredes em torno do aluno, e sim derruba aquelas que houver. Abre-lhe as portas da vida, com veemência. Não o repreende, não o censura, não o recrimina. Mostra ao aluno a importância da inteligência na determinação do seu futuro. O velho dilema entre a caneta e a vassoura... 

Como Sócrates, o bom professor não vê glórias no que sabe, não esconde o que conhece, nem oculta o que possa não saber. Brinca, tem confiança em si, e não faz da escola uma cela.

Moderno, convence o aluno a saltar os muros da tradição, porque a aventura está sempre do outro lado. Lógico, respeita aquele que aprendeu a questionar. Não o sufoca com preconceitos nem com juízos de valor. Nem lhe causa medo algum. Transmite confiança, pega na mão, aplaude, incentiva, suporta, conduz, ampara na travessia. 

Não é hipócrita, faz o que diz e diz o que pensa. É um farol que não vela o que descobre. Mostra um caminho. E não apenas mostra — demonstra, comprova, define. 

Aranha em teia de luz, o professor não prende — liberta. Carrega o giz como fosse uma flor, com amor. E quando faz a linha tem firmeza, mas não separa. Ora Dali, ora Picasso, vai colocando a tinta, pondo seu traço, amando seu gesto, compondo a canção. Enaltece o risco do sonho, o círculo do fogo, a pureza da alma, o princípio da vida, o anel da esperança. 

Considera o aluno obra de arte quase inacabada. Ama-o como se fosse um anjo. E nunca vai matar-lhe no peito a vontade de ser livre. 

O professor é o amigo sincero que ajuda o aluno a superar os limites da vida, desbravando com determinação e ousadia essa fantástica região chamada Experiência. 

Enfim — o professor é o Mestre.

Autor: Edson Marques — No livro SOLIDÃO À MIL — Páginas 152-153

Feliz Dia do Professor!!!


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Que o “Mestre dos Mestres” lhe ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.
Que o “Mestre da Sensibilidade” lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.
Que o “Mestre da Vida” lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história.
Que o “Mestre do Amor” lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência.
Que o “Mestre Inesquecível” lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.
Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo.
Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer.
Espere-o.

Homenagem aos professores - Por Patrícia Minoti Costa da EMEF Paulo Reglus Neves Freire

As folhas caem a cada outono.
Caem simplesmente, como que tomadas pelo sono.
Cada folha que busca o céu de repente encontra o chão.
Torna-se adubo para este chão.

Brota novas mudas.
Muda novos brotos.

A folha planeja a vida inteira chegar ao céu.
Vive as estações da vida achando que é seu papel,
Que basta esticar-se um pouco mais
Para tocar o céu.

A folha planeja a vida inteira...
Mas dá tudo errado!
Ela vai ao contrário...
Cai a noite.
A folha cai.
Depois, amanhece.

Amanhece a alma, amanhece a calma,
Amanhece o ser...
Às vezes, penso que professores são como folhas.
Nascem na primavera jovens e verdes, fazem parte de algo maior.
Brotos alegres e frescos buscam alcançar o céu dando seu melhor.

Crescem para cima durante o verão
E assim, chegam cada vez mais perto.
Alimentam-se da seiva vinda de suas raízes firmes,
De seu caule certo,
De sua convicção.

Mas... com o passar do tempo
Chega o outono.
Vão se sentindo pesados,
Não têm mais a vitalidade dos verdes tempos, dos verdes anos.

Sentem que o céu já não lhes cabe.
Ninguém os vê, ninguém os sabe.
Alguns chegam mesmo a atirar pedras
Sem perceber que estas doem.
E de repente, as folhas caem.

São puxadas para baixo, de encontro ao chão.
Deixam-se cair, mas não em vão.

Vão percebendo durante o inverno que estar no chão
É tão bom quanto estar no céu.
Estar no chão é consumir a vida em favor dos outros.
Outras mudas,
Outros brotos.

Depois, quando passa o inverno,
O sol vai entrando,
Iluminando e aquecendo.
E cada um de nós, folhas,
Vai sendo...

Não me envergonho de SER broto novo
E de na primavera florescer.
Folhas também ajudam a árvore a crescer.

Não me envergonho de SER árvore frondosa
Que no verão dá sombra aos viajantes.
A folha, já formada, serve de inspiração por alguns instantes.

Não me envergonho de SER folha seca
Não me envergonho do serviço mudo
Não necessito estar perto do céu,
Para mim, basta ser adubo.

Não me envergonho de SER
No inverno triste
Árvore onde nenhuma folha resta.
Pois ensinar também consiste
Em que o mestre suma e o discípulo apareça.

E nesta árvore chamada Educação
Não importa muito
Que tipo de folha se é.
As estações vêm e vão:
Outono, inverno, primavera, verão.
O importante é saber.
O importante é SER.

Profa. Patrícia Minoti Costa
EMEF Paulo Reglus Neves Freire